
Quando ele me ligou dizendo que estava meio febril mas que mesmo assim queria me ver, fiquei um pouco apreensiva, pois não iria poder ser devorada por ele, porém lembrei de algo que já vinha planejando fazer, juntei os itens necessários na bolsa e peguei o carro. Quando cheguei ele realmente tinha um ar abatido, quase tive pena de fazer o que estava planejando. Saímos após trocar uns beijos no carro, ele estava bem quente e acho que a temperatura aumentou um pouco quando acariciei aquele pau gostoso que estava muito feliz por me ver. Enquanto dirigia notava o olhar de Carlinhos secando minhas pernas, aposto que imaginava minha calcinha por baixo da saia jeans, o bobinho nem imaginava o que o aguardava.
Após rodar um pouco, ele perguntou aonde íamos, expliquei que ele precisava repousar um pouco e que o estava levando a um lugar tranqüilo. Ele sorriu imaginando aonde iríamos, mas pareceu um tanto surpreso quando entramos no motel.
O quarto tinha uma cama enorme e redonda, espelho no teto e na parede em frente à cama, e por fim uma banheira. Enquanto ele deitava fui encher a banheira, depois deitei ao lado dele e comecei a cobri-lo de beijos e carícias, ele disse:
- Achei que iria relaxar… se continuar assim vou acabar te devorando… se bem que acho que hoje não vou dar conta da minha gostosa…
Ele dizia enquanto alisava minhas coxas, louco para a saia e acariciar minha xana, que já estava começando a molhar. Fui desligar a banheira e sugeri que ele tomasse um banho bem quente de ducha para baixar a febre e que depois eu faria uma massagem nele. Carlinhos gostou da idéia e foi para a ducha.
Ao ouvir o som da água caindo, tirei a saia, deslizei os dedos pela renda da calcinha branca e senti o tesão percorrer minha pele, retirei a blusa e verifiquei se o espartilho branco estava bem fechado, vesti uma meia ¾ branca e fina, coloquei a cinta-liga e vesti uma micro-saia bem solta, olhei-me no espelho e vi que se abaixasse um pouquinho já deixava meu bumbum a vista, peguei na bolsa um estetoscópio, luvas e máscara descartáveis e um quepe de enfermeira, calcei as luvas, coloquei a máscara presa ao pescoço e o quepe sobre a cabeça, com o cabelo preso em trança, depois retirei alguns óleos comestíveis para massagem e me sentei a beira da cama.
Foi bem a tempo, pois ele já saia do banho, adorei o olhar surpreso que ele me lançou, quando ele se aproximou, fui até ele e dei-lhe um beijo voraz, depois o afastei e disse:
- Vamos cuidar dessa febre, meu paciente gostoso! Queira deitar-se…
Puxei a toalha quando ele caminhou em direção a cama e delirei quando o vi com uma cuequinha linda, toda branca com cós preto, a ponta daquele cacete tesudo quase saindo. Tive que me segurar para não cair de boca logo de cara. Ele deitou e me sentei ao seu lado, perguntei:
- O que meu paciente gostoso sente?
- Senhora enfermeira, acho que meu problema é muito grave… estou sofrendo de tesão intenso, e isso me deixa com febre, de pau duro e com uma vontade incontrolável e comê-la!
- Entendo – dizia medindo a temperatura e fazendo um ar de séria, enquanto deslizava as mãos pelo peito dele – O senhor sente mais alguma coisa?
- Sim, acho que minha boca está ficando dormente…
Sorri e o beijei com volúpia, ele tentava me tocar, mas sempre afastava suas mãos, nossas línguas lutavam e eu sentia a temperatura dele aumentar. Puxei e disse:
- Essa foi uma massagem revolucionária que nosso Hospital desenvolveu para atender nossos clientes VIP. O senhor sente alguma melhora na dormência?
- Sim, a enfermeira tesuda sabe realmente cuidar de mim!
- Claro, senhor! O atendimento aqui é muito melhor! Vou aplicar a massagem na sua boca por mais alguns minutos, porém antes vou medir seu batimentos.
- Peguei o estetoscópio que estava na cabeceira da cama e passei a auscultar seu peito, o coração acelerado pela excitação me deixava ainda mais molhada, quando mirei o volume da cueca notei que a ponta já saía, acariciei o mastro com a ponta dos dedos e deslizei o estetoscópio pela extensão do cacete que pulsava na minha mão, virei para ele e disse:
- Esse problema é bem sério, vou ter eu por você em quarentena e aplicar um tratamento intensivo…
- Será que vou ficar curado, enfermeira deliciosa?
- Não posso te afirmar com certeza, mas posso te garantir que nosso tratamento trará ótimos resultados.
- Quando posso começar o tratamento?
- Agora mesmo, meu paciente gostoso!
Começo a masturbá-lo lentamente e o beijo levemente, aumentando a intensidade dos beijos, ele acaricia minha nuca e tenta me puxar para ele, digo afastando-o:
- Senhor…?! Precisa ficar em repouso para que o tratamento funcione corretamente.
- Desculpe, enfermeira. Por favor me deixe curado.
Volto a beijá-lo e aumento a velocidade da carícia naquele cacete tesudo, sinto minha calcinha bem molhada e fico lutando contra a vontade de cavalgá-lo. Continuo beijando-o, descendo por seu pescoço, peito e depois barriga, apanho um óleo térmico com sabor de chocolate e pingo algumas gotas no corpo dele. Aviso:
- Esse óleo vai absorver sua febre, daí eu vou aplicar a massagem bucal para te dar um alívio maior.
Segui brincando com aquele peito lindo, deslizando a língua onde pingava o óleo, depois fiz o mesmo com o abdômen. O cacete pulsava pedindo para chupá-lo, mas eu resistia para provocar mais ainda, sentei sobre o mastro ereto e rebolava sobre ele enquanto chupava o óleo do corpo dele, até fiquei de costas para ele e comecei a passar o óleo sobre suas coxas, notando o olhar guloso dele sobre meu bumbum, sentia seu olhos percorrendo o fio dental que entrava no meu bumbum e me sentia ainda mais molhada, louca de tesão… e acabava molhando o cacete dele, pois roçava nele freneticamente enquanto beijava suas coxas. Ele sussurrava:
- Enfermeira tesuda, acho que estou piorando, meu pau está cada vez mais duro…
- Mantenha a calma, gostoso! Estamos quase te curando, vou aplicar a última fase da massagem bucal.
El não notou quando botei um halls na boca, então comecei a beijar aquele pau gostoso, sentei sobre o peito dele para deixá-lo com mais sede de provar minha xana, empinando bem o bumbum, enquanto ele elogiava o aroma da minha xaninha molhada, então abocanhei seu mastro delicioso, lambendo desde a base até a cabeça, depois chupava-o freneticamente e então parava e soprava-o levemente, enquanto Carlinhos gemia como louco e me chamava de enfermeira tarada, apertando meu bumbum e coxas, dizendo que iria gozar, eu dizia:
- Agüente só mais um pouco, o tratamento está quase no fim, meu paciente tesudo!
Voltava a chupá-lo rapidamente, depois parava e soprava, torturando-o por alguns segundos, até que ele não resistiu e me presenteou com seu gozo delicioso e abundante. Ele agradecia ofegante:
- Enfermeira tesuda… Obrigado por me curar, mas agora tenho um outro problema…
- E qual seria? – perguntei ainda chupando-o
- Eu vou ficar duro de novo em alguns minutos, o que vou fazer?
- Agora vou aplicar em você um tratamento preventivo para evitar que isso aconteça.
Fiquei de pé sobre a cama, me posicionei de forma que a cabeça dele ficou entre meus tornozelos, desamarrei as tirar que prendiam a calcinha a minha cintura e me abaixei até o rosto dele, ele entendeu rapidamente, puxou a calcinha com os dentes, lambendo a parte molhada dela, enquanto lhe dizia:
- Me chupa, Lambe minha boceta toda, que lhe garanto que não endurece e você vai ficar curado.
- Tem certeza?
Agarrei o cabelo dele e rocei minha flor nos seus lábios, ele passou a lamber e chupar meu mel com volúpia enquanto eu gemia descontrolada e rebolava, apreciando a língua correr os pequenos lábios e me invadindo, depois passeando sobre o clitóris, lambendo-me todinha e me penetrando, até que senti um dedo atrevido roçando meu ânus, agarrei a mão dele e fiz o dedo que apenas roçava entrar completamente no meu cuzinho. Nesse momento meu delírio transbordou, logo minhas pernas tremiam e o gozo se aproximava, até que não me contive e gozei aos gritos, enquanto Carlinhos bebia o mel que brotava da minha flor, deitei ao lado dele ofegante e ele disse:
- Enfermeira esse tratamento é muito bom, acho que quero mais dele…
Ele se moveu rapidamente, abriu minhas pernas e passou a me lamber no mesmo ritmo, ainda sensível pelo gozo, senti minha xana pegar fogo e as pernas adormeceram, pedia para ele parar, mas era inútil, ele dizia:
- Não me importo se morrer, vou continuar te chupando, enfermeira tesuda!
- Não… ah… ah overdose tem efeitos colaterais… ai… pára… gostoso! Ah… chupa… isso!!!
Notava o sorriso vitorioso nos lábios dele enquanto se deliciava com minha xaninha cada vez mais molhada, até que ele viu o vidrinho de óleo comestível e o derramou sobre meu clitóris, nesse momento entrei num gozo longo e compulsivo, gemia, chorava, enquanto a língua dele não parava e o gozo ma fazia tremer toda… até que ele me deu um tempo para respirar depois do terceiro gozo seguido… daí ele fez uma cara de medo e exclamou:
- Enfermeira… está duro de novo!!! O que eu faço???
- Desculpe – sorri maliciosa ainda sentindo o torpor do gozo – não posso ajudá-lo no estado que me deixou…
- Por favor, enfermeira! Me cure, faço tudo que pedir…
- Tudo mesmo?! Então enfia esse cacete em mim que vou fazer ele ficar molinho…
Carlinhos sorrio, abriu bem minhas pernas e ficou roçando a ponta do mastro na entrada, agarrei-o e o fiz entrar de vez, o tesão nos domou e ele metia forte e rápido, enquanto gemia gostoso no meu ouvido e eu enlouquecia ainda mais, rebolando com aquele mastro me alargando e me comendo gostoso!
- Ah! Enfermeira gostosa!!! Esse tratamento é o melhor!
- Ta gostando, tesudo?! Então me come, gostoso! Me fode toda, meu bem!
- Vou enfiar até o fundo da sua boceta, cachorraaaah!
Enlouqueço mais quando ele me chama assim… e o prazer me consome enquanto aquele vara me invade até tocar o fundo da minha flor, nos beijamos vorazmente enquanto ele estoca rápido e forte, o suor gruda nossas peles e sinto o gozo próximo, ele nota pelos meus gemidos e aumenta o ritmo, quando explodo em gozo, Carlinhos enfia tudo e me abraça, adoro gozar assim preenchida… Ele diz:
- Enfermeira tesuda! Ele agora está mais duro que nos início…
- O que está esperando? Vamos baixá-lo! Quero gozar mais nesse pau gostoso!
Ele me deita de lado, colocando uma das minhas pernas em seu ombro e volta a penetrar minha flor, no início lentamente, enquanto acaricia meus seios e bumbum, peço a ele:
- Acaricia meu botão…
Levando a mão dele até meu cuzinho, ele desliza a ponta dos dedos por ele, enquanto aumenta o ritmo do vai-e-vem. O tesão me deixa em êxtase e peço para ele ir mais rápido… mais forte… gemendo e pedindo para ele continuar me comendo gostoso! Ele pergunta enquanto morde meu tornozelo:
- Tem alguém que te fode gostoso assim?
- Não, meu bem! Me come como só você sabe…
Nesse momento sinto o dedo dele invadir meu ânus, o pau entrando e saindo quase todo e sempre rápido, grito:
- Vou gozar… ahr! Não pára!!!
Sem tirar o mastro da minha xana ele me põe de quatro, agarra meus cabelos e continua metendo no mesmo ritmo, sinto o gozo me entorpecer e desabo, sinto o prazer vibrar meu corpo. Ele abre minhas pernas e lambe minha flor e cuzinho, prolongando meu êxtase. Fico molinha e o ouço perguntar:
- O tratamento intensivo acabo? Ainda estou duro.
Diz batendo com o mastro no meu bumbum, enquanto eu apenas respiro ofegante e não digo nada. Ele passa a beijar meu bumbum e lamber meu botão. Depois espalha gel térmico no meu cuzinho e o calor me faz voltar a gemer, finalmente digo o que ele quer ouvir:
- Vai gostoso! Fode meu cuzinho para ver se esse pau abaixa! Come minha bundinha!
Ele não se faz de desentendido e já se posiciona, erguendo meu quadril e me mandando abrir o bumbum, me empino ao máximo, me abrindo todinha e repito o pedido. Ele segura meu quadril e me invade bem devagar, exatamente como gosto! Adoro sentir o mastro me alargando bem devagar. Sinto ele atolar todo o cacete no meu cuzinho, enquanto uma de suas mãos acariciam meu clitóris, rebolo e peço para ele ir até o fundo.
Dessa vez o gozo é diferente, assim que ele enfia tudo e sinto seu quadril bater no meu bumbum, sinto o gozo me estremecer, acho que foi o gel, mas fico louca, peço para ele me foder rápido e forte, ele obedece, espalma meu bumbum e me chama de cachorra e enfermeira tesuda, enquanto o orgasmo me atinge em ondas sucessivas. Quando sinto o gozo quente dele me invadir um orgasmo avassalador me domina e eu me rendo, deitando ofegante e satisfeita… assim como meu bem que beija minha nuca, deixando o mastro dele ainda me preenchendo. Já mais lúcida, ouço ele dizer:
- Adorei a noite. Já nem sinto a febre que estava! Vou querer esse tratamento sempre!
- Esse tratamento é muito caro! Você tem que estar muito doente para recebê-lo!
Ele sorriu e mordeu minha nuca, dizendo em seguida:
- Seu tratamento funciona na banheira?
- Funcionar, funciona… mas você não está mais duro… quer dizer, doente!
- Estou sim, enfermeira deliciosa! – disse enquanto roçava o mastro já quase duro nas minhas coxas.
- Parece que seu caso é crônico! Vamos precisar usar o último recurso.
- É?? Qual é?
Levantei, me despi da cinta e da meia, retirei as luvas, o quepe, a micro-saia, bem como a máscara, fui em direção a banheira e disse:
- Vem que eu vou te mostrar!
A partir daí a noite continuou sendo uma delicia....
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Peço desculpas a todos pelo grande tempo que estivemos ausente, mas é dificil manter a vida real e a virtual na mesma freqüência, ou você vive uma mais tempo ou a outra! Porém não poderiamos deixar nossos leitores na mão. O texto acima foi escrito baseado numa encomenda, feita por uma grande amiga minha, a qual adora o fetiche descrito. Agradeço a Carola por me ceder o espaço para publicar. A belíssima imagem é de Olivia de Berardinis.
Por favor, comentem para medirmos vossa aceitação!